Seguidores

terça-feira, 23 de agosto de 2016

"As flores brotarão"





Comparo o ser mulher ao oficio do jardineiro
que prepara a terra,
que remove pedras e ervas
daninhas, que aduba,
que lança semente...
e espera...
que molha a terra... 
que espera...
e que espera, canta...
sem pressa, 
que com, amor cuida,
e que se alegra com o jardim florido...
Assim, me vejo caminhando pela vida...
ás vezes preparando, as vezes semeando, esperando, cuidando, protegendo, colhendo e me 
deliciando com o resultado do trabalho...
Muitas vezes me frustrando,
replantando... recomeçando... nunca desistindo de cultivar e esperar pelas beleza das flores...
Elaine Stahl
com carinho
ILma Mota

quinta-feira, 21 de julho de 2016

"O tempo vai chegar"


Aprendo muito com meu amigo, um célebre escritor, o sábio Salomão:

Há tempo de nascer e há tempo de morrer (Ecles 3:2a)

Se há tempo de morrer, então um dia tudo será contado como história que passou e alguém já disse que "seremos lembrados pelos problemas que resolvemos, ou pelos problemas que causamos";

Se há tempo de morrer, porque permanecemos como se fossemos seres eternos na terra; nos ofendemos com pouco  e revidamos com maior peso ?

Se há tempo de morrer, porque não aproveitamos com muita paixão o tempo de viver ?

Se há tempo de morrer, porque fazemos questão de sermos os melhores em tudo?

Se há tempo de morrer, porque não abraçamos mais ?

Se há tempo de morrer, porque não aceitamos o fato de que meus amigos, minha família e até eu mesma vou partir um dia, e quem sabe não teremos tempo de dar um presente, fazer um café, comer pipoca juntos, rir até a barriga doer, ...... porque insistimos em pensar que este tempo nunca vai chegar?

Que não seja preciso a visita em um túmulo para chorar como saída de desabafo da perda;
mas enquanto estamos vivos, no dia que se chama hoje, façamos o melhor, porque "o tempo vai chegar".

Com carinho
Ilma Mota

sexta-feira, 8 de julho de 2016

"O Coração da minha mãe hoje"


Há pouco mais de três anos, minha mãe, começou com um processo da "doença do esquecimento de si mesmo"; e este texto retrata bem ela:

" Sou uma pessoa que está vivendo os primeiros sintomas do Alzheimer; e como alguém assim, estou aprendendo a arte da perda todos os dias. Perdendo minhas ideias, objetos, sono e, o mais importante, minhas memórias. elas se tornaram, de certa forma, meus mais preciosos bens. A noite que conheci meu marido, quando tive meus filhos, fazendo amigos, viajando o mundo. Tudo que eu acumulei na vida, tudo que eu tive que trabalhar duramente para conseguir, agora esta lamentavelmente indo embora. Como vocês podem imaginar, ou como sabem, isto é o inferno. Mas ficará pior, Quem levará a gente a sério quando quisermos trabalhar? Nosso estranho comportamento mudará nossas percepções e as dos outros sobre nós. Nos tornaremos ridículos, incapazes, engraçados. Mas isso não é o que somos. Esta é a nossa doença; E como toda enfermidade tem uma causa, uma evolução, e poderia ter uma cura. Meu maior desejo é que meus filhos e as próximas gerações não tenham que passar pelo que estou passando. Mas ainda estou viva. Sei que estou viva. tenho pessoas que me amam. tenho coisas que ainda quero fazer na vida. Eu luto comigo mesma por não conseguir lembrar as coisas, mas eu ainda tenho momentos de felicidade e alegria. E por favor, não pensem que estou sofrendo. Eu estou lutando para ser parte das coisas, para ser parte das coisas, para estar conectada com quem eu fui. Fico me perguntando se viver o momento é tudo que eu posso fazer. e não tentar ser eu mesmo demais para dominar a arte de perder. Uma das coisas  que vou tentar guardar na memória é o momento de estar falando aqui hoje. Eu vou esquecer, eu sei, e isso pode acontecer amanhã...."

Texto extraído do Filme: Alice, a personagem que com 50 anos está no inicio do processo de Alzheimer...

Hoje minha mãe não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é: minha mãe, guerreira, exemplo, referencia, serva, mulher de Deus, amiga, intercessora.........


Ilma
 filha da Dona Getúlia

terça-feira, 28 de junho de 2016

"Não desista de você"





Somos seres mutáveis, sujeitos a erros e acertos, então não se recrimine, se hoje você pensa de uma forma e amanhã muda de ideia; somos assim e fomos criados para mudar e tudo tem sua própria estação: 

                                                               Eclesiastes 3:1-4   "Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu; Há tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou; tempo de matar e tempo de curar; tempo de derribar e tempo de edificar; tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de saltar; 

Não se admire se tudo for a ruína, creia, existe um Deus que faz de destroços, raríssimos diamantes:  


                                                          1 Samuel 1:8 "Levanta o pobre do pó e, desde o esterco, exalta o necessitado, para fazer assentar entre os príncipes, para fazer herdar o trono de glória; porque do Senhor são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo".

"Poesia de Eliane Stahl"


Estou em processo, 
e há coisas a aprender
e há coisas há reprogramar
Há coisas que sou
e não quero ser
Ha coisas que ainda não sou
e quero ser
Há coisas que sou e ainda não sei
mas estou buscando saber
Estou em construção
mas já estive em demolição

Com carinho
Ilma Mota

quarta-feira, 1 de junho de 2016

"Seja livre"

Quem nunca se torturou com uma dúvida, com a necessidade de decidir entre ir e ficar, fazer ou não fazer, dizer ou calar? E vamos ser sinceros… essas dúvidas são vozes do nosso medo mesmo. Dúvida é medo de escolher errado, medo de perder alguma parte de um todo que nunca nos pertenceu, medo de deixar ir alguma coisa da qual não temos controle…
Nós somos ensinados que ter é sinônimo de poder, de estabilidade, de alicerce, de prosperidade, de segurança, de conforto. E não me refiro apenas às coisas materiais. Desde a infância somos induzidos a reter, a nos apegarmos a tudo. E assim crescemos e nos tornamos escravos das nossas necessidades de posse e parâmetros. E como não poderia deixar de ser, nos frustramos quando não conseguimos o controle sobre o fluxo natural do deixar de ter, e nos deparamos com a nossa incapacidade absoluta de controlar o incontrolável.

Pouco somos orientados a deixar ir o que não nos serve mais. É árduo o aprendizado de partir e ver partir o que acreditamos que é nosso. É difícil aceitarmos o fluxo e termos a certeza de que o presente é o tempo e o lugar certo que nos cabe agora. E por isso sofremos. Mas sofremos muito. É um parto a fórceps para a maioria de nós conseguirmos deixar ir embora.
E às vezes nós é que precisamos ir embora… Ir embora de casa para vermos o mundo sem as mãos protetoras de nossos pais, ir embora da cidade ou do pais em que nascemos e vivemos por tantos anos para sentirmos o fluxo ininterrupto dos começos e recomeços, é preciso ir embora de um relacionamento falido, que não nos dá mais do que migalhas de um pão dormido no sereno de uma noite fria, ir embora daquele trabalho sem propósito que você forçosamente consegue levar seu corpo, mas não convoca mais a alma para seguir com você. Precisam ir embora também as máscaras, os preconceitos, as mentiras que contamos para nós mesmos, os apelos da sociedade para que sejamos, ou melhor, finjamos ser…
 Ir embora é importante para que você entenda que não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava que só você poderia resolver. É chocante e libertador saber que ninguém precisa tanto de você pra seguir vivendo. Nem seu filho, nem sua mãe, nem seu pai, nem seu patrão, nem seu melhor amigo, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida de sua importância – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com essa verdade, antes tarde do que nunca.
Precisamos aprender a olhar os fatos de outro ângulo, sob outra perspectiva. Colocamos tantos medos e incertezas sobre nossas escolhas e decisões que agimos como se tudo fosse eterno e como se as perdas fossem sentenças de morte. Todos nós um dia deixaremos partir o próprio corpo e isso é inevitável.
Esquecemos apenas que há ganhos e perdas em tudo e que a cada 24 horas perdemos um dia de vida e ganhamos mais um de experiência.
Deixar ir é se libertar, é abrir espaço para o novo, é prosperar no terreno da santa incerteza.
Se crescemos quando conquistamos, crescemos mais ainda quando usufruímos, sem medo da perda.
É importante trabalharmos essa humildade libertadora de que não somos ou temos, apenas estamos. Hoje sei que esse nosso medo de partir, de deixar ir embora, de optar, de abdicar, de dar é parte da obsessão egoica de controlar nossas ações e sermos sempre assertivos e infalíveis nos resultados. Ah, duras algemas… como vocês são cruéis…
E só com o tempo e com as chances que nos damos é que descobrimos que não há nada mais libertador e esclarecedor do que o bom e velho tiro no escuro.
Crédito aos fragmentos do texto de Antonia Macchi – www.antonianodiva.com.br
 Ilma 


"Reconstruindo"



Neemias estava cativo na Babilônia, mas os conceitos e costumes daquele lugar não entraram no seu  coração  como algo aprovado por Deus; Ele sabia qual era sua terra, quem era seu povo e seu Deus! Neemias conhecia quais os  princípios que deveria estar dentro de sua mente;

Para reconstruir aquilo que chegou a ruína, é necessário, ter princípios e saber fechar as brechas;
Isaias 58:12 "... e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas... "

Que o Senhor nos ajude a não achar que tudo que a Babilônia ensina é normal;  que o temor seja nosso aliado nos tempos de reconstrução; 

O temor do Senhor é o principio da sabedoria PV.9:10 

Pra. Ilma 
Shofar de Deus

quinta-feira, 19 de maio de 2016

RIR É UM SANTO REMÉDIO


Rir é um santo remédio: estimula hormônios da felicidade, aumenta a produção de serotoninas e endorfinas que espalha por todo o corpo e resulta em sensação e bem-estar.


Uma boa gargalhada, de doer a barriga, espanta o estresse e faz com que o cérebro produza a endorfina que resulta em descanso.

O simples fato de rir diminui a pressão, melhora a circulação cardíaca, alivia o fígado e protege o coração contra infartos e o cérebro contra derrames

Uma boa risada desbloqueia os nós musculares e promove relaxamento muscular; abre os pulmões e melhora a oxigenação corporal

Quando rimos os músculos abdominais são estimulados e esta movimentação faz uma espécie de massagem em nosso sistema gastrointestinal, sendo assim melhora a nossa digestão

O riso combate rugas: ao rir, você movimenta 12 músculos faciais e, ao dar gargalhadas, 24. E se conversar e gargalhar ao mesmo tempo, movimenta 84 músculos e esta movimentação é capaz de retardar o aparecimento de rugas. (Pv  15:13) “O coração alegre aformoseia o rosto”.


As toxinas acumuladas em nosso organismo podem ser eliminadas com o suar e ao lacrimejar de uma boa gargalhada.

Então... o segredo é rir, independente das circunstâncias

Pra. Ilma 
Shofar de Deus